Crescimento, alimentação e desenvolvimento continuam exigindo atenção quando um bebê prematuro deixa o hospital. Neste Novembro Roxo, o acompanhamento depois da alta é um dos temas da campanha de conscientização sobre a prematuridade, abordada em reportagem da Agência Brasil publicada nesta terça-feira (3).
Ouvida pela agência, Denise Suguitani, diretora executiva da ONG Prematuridade.com, defendeu que a assistência também alcance a etapa vivida em casa. O apoio às famílias e o acesso a profissionais especializados fazem parte das necessidades apontadas.
A pediatra e neonatologista Rita Silveira, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, destacou que a saída da internação pode reunir alegria e insegurança para os responsáveis. As avaliações precisam considerar a situação e os riscos de cada criança.
A Organização Mundial da Saúde define como prematuros os bebês nascidos antes de completar 37 semanas de gestação. A entidade inclui o acompanhamento entre as áreas de cuidado desses recém-nascidos.
Em suas orientações, a OMS também defende apoio à família com educação, aconselhamento, contato com outras famílias e visitas domiciliares por profissionais de saúde capacitados. O envolvimento dos responsáveis integra o cuidado da criança. A campanha chama atenção para esse percurso de assistência, que continua após a internação e deve respeitar as particularidades de cada bebê.



